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Aprenda como fazer um planejamento financeiro

Planejar as finanças é fundamental para qualquer pessoa e, em especial, é muito importante para o investidor. Falhas graves em orçamentos comprometem seus lucros e reduzem suas chances de sucesso.

Um bom planejamento é a verdadeira alma do negócio e de uma vida equilibrada. Nem sempre é uma tarefa simples organizar-se no sentido financeiro, e existem pessoas que passam a vida inteira acumulando dívidas e fazendo maus investimentos.

Todo investimento objetiva um bom retorno, lucros vantajosos. Neste artigo, mostraremos como realizar um planejamento financeiro eficiente. Confira!

Defina quais são as suas prioridades

O investidor precisa definir prioridades, o que é mais importante e deve ser colocado no topo da lista. Quando não se define o que é mais importante, a consequência é que o investidor divide sua atenção entre diferentes atividades de forma desequilibrada, sem diferenciar o mais importante do menos importante ou até frugal.

Prioridade financeira é tudo que é essencial para manter o orçamento em dia. Portanto, o pagamento das dívidas é uma prioridade, principalmente de dívidas mais altas e que se referem a serviços fundamentais. Contas de águas e luz são serviços fundamentais. O aluguel de imóvel também. Da mesma forma, pagar as prestações de sua casa adquirida por meio de financiamento ou leilão (algumas organizadoras de leilões permitem o pagamento parcelado do imóvel arrematado).

A alimentação, a saúde, a moradia, a educação dos filhos — tudo são prioridades. Se você tivesse que escolher entre comprar uma casa para morar e um carro para passear, por qual optaria?

Entenda para onde está indo seu dinheiro

O planejamento financeiro requer controle sobre as despesas e demais gastos. O investidor precisa controlar rigorosamente o destino de seu dinheiro.

Nada melhor que anotar, seja em uma planilha, seja em um caderno, seja com o uso de um software, os gastos que você tem, dividindo-os por categorias. Essa divisão facilita o monitoramento das despesas e ajuda a identificar erros e gastos desnecessários ou excessivos.

Por exemplo, você pode estar consumindo combustível em excesso, mas isso pode ser controlado. Usar o transporte público, por exemplo, pode sair mais barato. O ideal é sempre pensar na possibilidade de alternativas que favoreçam a redução dos custos.

Respeite seu nível de vida

Há pessoas que não se conformam com a renda que têm e procuram viver de aparências, gastando mais do que podem e alimentando o endividamento. Assim, nunca conseguem pagar o que devem e acabam perdendo boa parte de seu patrimônio.

Ao invés de querer viver um nível acima, tente viver um nível abaixo. Isso significa que você sempre terá dinheiro sobrando e poderá se planejar melhor — em curto, médio ou longo prazo. Uma boa forma de evitar gastar além dos limites é evitar o uso excessivo dos cartões de crédito, cujos juros estão entre os mais altos. Nada melhor que comprar à vista para ter uma noção mais exata de sua realidade financeira.

Aplique a regra 50-30-20

O planejamento financeiro dos investidores deve sempre contemplar um percentual para os investimentos. Se você se dedica prioritariamente a investimentos imobiliários, (por exemplo, comprar imóveis residenciais/comerciais para vender ou alugar), destine cerca de 30% de sua renda para esses e outros investimentos secundários, mas que também podem te oferecer lucros.

Na hora de comprar imóveis, avalie sempre as oportunidades de comprá-los por preços mais baixos e otimizar seus lucros. Em leilões, existe a possibilidade de fazer boas aquisições a menores custos.

50% de sua renda deve ser destinada às despesas, aos gastos fixos que você tem. E 20% você pode destinar ao lazer e ao estilo de vida, como roupas/calçados, restaurante, clubes.

Caso seja preciso, você pode alterar esses percentuais. Por exemplo, pode aumentar 10% nos gastos fixos ou investimentos e reduzir esse valor no lazer.

O planejamento financeiro é prioritário para o investidor que deseja controlar seus ganhos e perdas, evitando altos prejuízos, especialmente na forma de dívidas.

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