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É necessário comprovar renda para participar de um leilão?

Entre os documentos necessários para participar de um leilão, estão a Carteira de Identidade (RG), o Cadastro Nacional de Pessoas Físicas (CPF) e o comprovante de residências. Alguns outros podem ser requeridos conforme a situação e a empresa organizadora.

Por exemplo, para fazer arremates em nome de um menor, é fundamental a autorização judicial. Uma procuração também é fundamental para quem vai arrematar em nome de terceiros.

Mas e o comprovante de renda? Será que ele é necessário nesses casos? Leia nosso texto e verifique se é realmente preciso comprovar renda para participar de um leilão!

Quais os documentos fundamentais para o cadastro

Na verdade, a documentação básica requerida pela empresa organizadora do leilão no ato do cadastramento da pessoa interessada consiste em basicamente três elementos:

  • Registro Geral (RG);
  • Cadastro de Pessoas Físicas (CPF);
  • comprovante de residência atualizado (dos últimos três meses).

Se o interessado for uma pessoa jurídica, deverá apresentar ainda o contrato social da empresa. O que o site exige são as cópias dessa documentação, que podem ser facilmente enviadas por e-mail.

É preciso comprovar renda em leilões?

O documento em questão vem justamente comprovar renda de quem deseja participar do leilão, ou seja, corrobora que determinada pessoa reúne os recursos financeiros suficientes para arcar com um compromisso (uma compra).

Existem dois tipos de leilão: judicial e extrajudicial. Para participar de qualquer um deles, ou seja, se cadastrar e dar os lances, não é preciso comprovar renda. Entretanto, depois de arrematado o bem, outros documentos podem ser exigidos. Caso o participante seja casado, podem ser solicitadas a certidão de casamento e a documentação do cônjuge.

Porém, caso o arrematante opte pelo financiamento, a instituição bancária poderá solicitar algum comprovante para se certificar de que ele poderá assumir as parcelas durante o prazo acordado.

Quais comprovantes de renda são válidos?

Vale observar que há diferentes comprovantes de renda. Os mais usados são:

  • holerite;
  • declaração comprobatória de percepção de rendimentos (DECORE);
  • declaração de imposto de renda de pessoa física;
  • extrato bancário;
  • carteira de trabalho.

O holerite é o popular contracheque. Todo profissional empregado e com carteira assinada tem esse documento. Geralmente, o banco pede os holerites dos três últimos meses.

O DECORE é menos conhecido e só pode ser elaborado por um contador. É uma boa opção para os trabalhadores autônomos e pequenos empresários.

A Declaração do Imposto de Renda é um documento que boa parte da população brasileira deve fazer. Mesmo em alguns casos de isenção (não-pagamento), é necessário declarar. Ele contém a renda alcançada no ano precedente, incluindo todo o patrimônio do declarante.

O extrato bancário não é muito utilizado quando se trata de financiamento imobiliário. Se o arrematante do imóvel não tiver os holerites, poderá apresentar sua carteira de trabalho. Trata-se de um comprovante de renda com ampla aceitação.

Mostramos, assim, que para participar de um leilão não é necessário comprovar renda. Mas se o participante arrematar algum bem e decidir financiá-lo, provavelmente a instituição bancária responsável pelo financiamento solicitará algum comprovante ou a sua cópia.

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