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Qual parcelamento escolher para pagar o leilão?

Hoje em dia, as leis estão cada vez mais flexíveis, oferecendo melhores oportunidades para o investidor e para quem deseja adquirir uma casa ou apartamento para morar. Os negócios em leilões tornaram-se tão importantes para o mercado, especialmente os leilões eletrônicos, que se tornou necessário facilitar os arremates.

Dessa maneira, mais investidores podem participar e mais pessoas conseguem comprar sua casa própria com segurança e a preços mais acessíveis. Antes a negociação precisava ser concluída à vista, mas o NCPC (Novo Código do Processo Civil) oferece a oportunidade realizar o pagamento parcelado. Neste post, veja qual parcelamento escolher para pagar o leilão!

Entenda os leilões extrajudiciais

Para parcelar o pagamento de imóveis em leilões extrajudiciais, as regras são muito diversas. Nessa modalidade, os imóveis são tomados por inadimplência do mutuário, que não honrou as parcelas do financiamento.

Como exemplo, considere que Júlio adquiriu um apartamento de 100 metros quadrados, com uma boa estrutura de lazer e vista para o mar. Contudo, sua ambição foi além de suas possibilidades financeiras e ele não conseguiu quitar o financiamento. A instituição financeira que financiou o imóvel tomou-o e, conforme a lei, só pode se desfazer dele através de leilão extrajudicial.

O arrematante poderá pagar o leilão de formas variadas. Cada instituição financeira ou construtora é que decide como negociará os imóveis leiloados. A prática mais adotada é o parcelamento em 60 meses, depois de ser dada uma entrada. A taxa de juros ao mês é de 1%.

A Caixa Econômica Federal aceita o FGTS para comprar as propriedades que ela leva a leilão. E há construtoras que oferecem prazos tão extensos que dá a impressão de se tratar de um novo financiamento. Para ter certeza das condições e possibilidades de pagamento, o ideal é ler o edital e tirar todas as dúvidas.

Saiba mais sobre os leilões judiciais

Os leilões judiciais ofertam imóveis que foram penhorados pela Justiça para pagar dívidas. Considere que um ex-funcionário de uma empresa processou o ex-patrão devido a dívidas trabalhistas. O empresário perdeu a causa e teve seu imóvel penhorado. Quando o bem for leiloado, uma parte de seu valor servirá para o pagamento da dívida enquanto o que restar será devolvido ao ex-funcionário.

Os leilões judiciais são os mais frequentes. O Novo Código do Processo Civil permite que o imóvel seja parcelado em até 30 meses.

Veja as condições para pagar o leilão em pregões judiciais

Para ter direito a pagar o leilão em 30 meses, o participante deve tomar duas atitudes importantes:

  1. Avisar o leiloeiro antecipadamente que, se seu lance for o melhor, ele parcelará o pagamento. O CPC requer uma apresentação minuciosa da proposta até o momento de começar o leilão. O documento mostra o lance, isto é, o participante deixa informado o valor mais alto que pretende pagar pelo imóvel, as condições do parcelamento e até o indexador que será aplicado para o cálculo da taxa de juros e da correção monetária;
  2. Caso o lance dele seja efetivamente o mais alto, o participante sai como vencedor. Passa a vigorar, a partir daí, a segunda exigência para ser efetivado o parcelamento: ele precisará dar, de entrada, 25% do valor do arremate.

Outra possibilidade, permitida pelos juízes nos leilões mais modernos, é o parcelamento pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional — e não pelo que está definido no CPC. O parcelamento oferecido pela Procuradoria é mais longo, podendo chegar a 60 meses. Há, contudo, um limite mínimo para cada parcela, de R$ 500,00.

Conhecendo o que determina o NCPC e a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional fica mais fácil optar pelo parcelamento mais compatível com seu perfil.

Agora que você já sabe como pagar o leilão mediante parcelamento, saiba mais sobre o funcionamento do leilão judicial!

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